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Continuando a onda de reviews que eu estou realmente gostando de fazer, vou avaliar hoje o novo álbum das novas "queridinhas" da música britânica. A girlband Little Mix conseguiu ganhar o X Factor de lá e está se saindo bem com seu álbum de estréia. Não só no Reino Unido, como também nos EUA, onde conseguiram quebrar o recorde da eterna maior girlband de todos os tempos (eu realmente não preciso citar nomes, né?).
Começando o review pela foto de capa, como eu sempre faço hehe', vemos que elas apostaram no comum: colocar uma foto do rosto de cada uma. O legal é que está cada uma no seu quadrado e não mostra nenhuma hierarquia. Sinceramente, a capa não me surpreendeu, mesmo apostando nas cores vivas (marca registrada do grupo desde o X factor) não conseguiu transmitir nenhum pouco de originalidade. Digamos que também não se saiu mal, afinal é uma capa agradável ao olhar e que irá atrair inúmeros adolescentes que só comprar o álbum pra ouvir a faixa 1.
1 - Wings
A faixa introdutória do álbum é o primeiro single da banda, tanto no Reino Unido quanto nos EUA. O motivo é simples, Wings é, definitivamente, uma obra prima pop. É extremamente chiclete e sem um conteúdo que vá te forçar a pensar. A faixa consegue atingir seu objetivo, sendo animada e mostrando um lado relaxado que todos os grupos estão tentando mostrar atualmente. Sim, provavelmente você vai ficar com o refrão na cabeça por bastante tempo.
A faixa introdutória do álbum é o primeiro single da banda, tanto no Reino Unido quanto nos EUA. O motivo é simples, Wings é, definitivamente, uma obra prima pop. É extremamente chiclete e sem um conteúdo que vá te forçar a pensar. A faixa consegue atingir seu objetivo, sendo animada e mostrando um lado relaxado que todos os grupos estão tentando mostrar atualmente. Sim, provavelmente você vai ficar com o refrão na cabeça por bastante tempo.
2 - DNA
A segunda faixa é o segundo single, lançado apenas no Reino Unido. O motivo dele não ter sido lançado nos Estados Unidos é simples: a faixa é um pouco complexa para um debut, pra quem escuta na rádio uma vez perdida, ela não tem a capacidade de fixação que os singles que foram escolhidos. A música é bem produzida e tem um toque de ficção científica bem agradável. O sample da música realmente lembra o de alguns filmes scifi (e vídeos sobre teoria da conspiração). A faixa segue o tom puramente pop que o álbum iniciou e mostra diferenciações vocais, como uma imitação de canto lirico e um rap.
A segunda faixa é o segundo single, lançado apenas no Reino Unido. O motivo dele não ter sido lançado nos Estados Unidos é simples: a faixa é um pouco complexa para um debut, pra quem escuta na rádio uma vez perdida, ela não tem a capacidade de fixação que os singles que foram escolhidos. A música é bem produzida e tem um toque de ficção científica bem agradável. O sample da música realmente lembra o de alguns filmes scifi (e vídeos sobre teoria da conspiração). A faixa segue o tom puramente pop que o álbum iniciou e mostra diferenciações vocais, como uma imitação de canto lirico e um rap.
3 - Change your lifeA terceira faixa do álbum também é um single lançado apenas no Reino Unido. Novamente, não foge da fórmula feita pelos grupos atuais. A música é até bonita, mas a mensagem de auto-ajuda ficou forçada. Realmente parece uma música gospel sobre mudar a vida. Não conheço muito de Spice Girls, mas, pelo pouco que escutei, sei que essa música poderia estar em qualquer álbum delas e passar despercebida.
4 - Always be Together.
A segunda balada do álbum (não contando com DNA). A música começa com os vibratos extremamente exagerados de Jesy (eu realmente acho que ela podia maneirar um pouco). Os versos são totalmente apagados, mas o refrão é o ponto alto da música. O vocal é até bem trabalhado e consegue transmitir uma emoção mais verdadeira que a faixa anterior, mas, fora isso, não é uma faixa que se destacou para mim, além de estar totalmente mal posicionada (baladas sobre "vamos ser pra sempre amigas" não devem ficar no começo do álbum).
A segunda balada do álbum (não contando com DNA). A música começa com os vibratos extremamente exagerados de Jesy (eu realmente acho que ela podia maneirar um pouco). Os versos são totalmente apagados, mas o refrão é o ponto alto da música. O vocal é até bem trabalhado e consegue transmitir uma emoção mais verdadeira que a faixa anterior, mas, fora isso, não é uma faixa que se destacou para mim, além de estar totalmente mal posicionada (baladas sobre "vamos ser pra sempre amigas" não devem ficar no começo do álbum).
5 - Stereo Soldier
Enfim saímos do campo da auto-ajuda. A música começa tentando recuperar o ritmo que tentaram colocar no começo do álbum. Se essa fosse a segunda faixa do álbum, faria mais sentido, pois, mesmo sendo agitada, é fraca e sobreviveria melhor se fosse colocada à sombra de Wings. Até a batidinha de música de exercito não colou. Finalmente, é uma música boa para preencher espaço, mas novamente, está mal posicionada.
Enfim saímos do campo da auto-ajuda. A música começa tentando recuperar o ritmo que tentaram colocar no começo do álbum. Se essa fosse a segunda faixa do álbum, faria mais sentido, pois, mesmo sendo agitada, é fraca e sobreviveria melhor se fosse colocada à sombra de Wings. Até a batidinha de música de exercito não colou. Finalmente, é uma música boa para preencher espaço, mas novamente, está mal posicionada.
6 - Pretend It's OK.
Voltamos para o campo das baladas. Tudo bem que essa tem uma batida mais agitada que as outras duas e um ritmo mais elaborado, mas, mesmo assim, consegue tirar a pouca energia que a faixa anterior tentou passar. Entre as baladas do álbum, essa é a primeira a se sobressair. A letra é mais profunda que as outras e parece passar uma mensagem diferente da que é comumente utilizada em cds pop (porque não parece falar sobre um término comum... tem um tema mais fúnebre). Por fim, a posição dela no álbum ainda está errada, deixando parecer que gravaram várias músicas e colocaram em qualquer ordem.
Voltamos para o campo das baladas. Tudo bem que essa tem uma batida mais agitada que as outras duas e um ritmo mais elaborado, mas, mesmo assim, consegue tirar a pouca energia que a faixa anterior tentou passar. Entre as baladas do álbum, essa é a primeira a se sobressair. A letra é mais profunda que as outras e parece passar uma mensagem diferente da que é comumente utilizada em cds pop (porque não parece falar sobre um término comum... tem um tema mais fúnebre). Por fim, a posição dela no álbum ainda está errada, deixando parecer que gravaram várias músicas e colocaram em qualquer ordem.
7 - Turn your face
Uma faixa cheia de vibrato exagerado (Acredite, está ainda mais exagerado que o normal). É a quarta balada do álbum (ainda não estou disposto a classificar DNA como balada), porém essa é a primeira balada de verdade, diferente de todas as outras que tinham um sintetizador e uma batida para tentar disfarçar. Essa é aquela música para colocar no fone de ouvido e chorar enquanto espera o ônibus. Eu, como um grande amante de baladas nesse estilo, realmente gostei da música, destacando os vocais de Jade e Perrie que estão particularmente fantásticos.
Uma faixa cheia de vibrato exagerado (Acredite, está ainda mais exagerado que o normal). É a quarta balada do álbum (ainda não estou disposto a classificar DNA como balada), porém essa é a primeira balada de verdade, diferente de todas as outras que tinham um sintetizador e uma batida para tentar disfarçar. Essa é aquela música para colocar no fone de ouvido e chorar enquanto espera o ônibus. Eu, como um grande amante de baladas nesse estilo, realmente gostei da música, destacando os vocais de Jade e Perrie que estão particularmente fantásticos.
8 - We Are Who We Are.
Esqueçam Stereo Soldier, essa deveria ter sido a música utilizada para trazer de volta a energia do álbum. A música não tem uma mensagem inovadora, mas o clima alegre traz uma sensação boa. É aquele tipo de música para se cantar segurando uma escova de cabelo enquanto olha pro espelho, mas é facilmente esquecida. Novamente, tenho que reclamar... não sou nenhum hater ou algo do tipo, mas os vibratos exagerados deixaram de ser algo "bonito" há muito tempo, alguém podia avisar a Jesy que ela pode cantar normal.
Esqueçam Stereo Soldier, essa deveria ter sido a música utilizada para trazer de volta a energia do álbum. A música não tem uma mensagem inovadora, mas o clima alegre traz uma sensação boa. É aquele tipo de música para se cantar segurando uma escova de cabelo enquanto olha pro espelho, mas é facilmente esquecida. Novamente, tenho que reclamar... não sou nenhum hater ou algo do tipo, mas os vibratos exagerados deixaram de ser algo "bonito" há muito tempo, alguém podia avisar a Jesy que ela pode cantar normal.
9 - How Ya Doin'?
Finalmente o clima do álbum voltou para o pop dançante que tinha iniciado ele. How Ya Doin'? é a escolha perfeita para o segundo single nos Estados Unidos, pois se trata de um pop misturado com um hip hop que te faz querer dançar. A versão americana da música é bem superior a versão do álbum britânico, fazendo a primeira parecer uma demo incompleta.
Finalmente o clima do álbum voltou para o pop dançante que tinha iniciado ele. How Ya Doin'? é a escolha perfeita para o segundo single nos Estados Unidos, pois se trata de um pop misturado com um hip hop que te faz querer dançar. A versão americana da música é bem superior a versão do álbum britânico, fazendo a primeira parecer uma demo incompleta.
10 - Red Planet
Parece que estamos avaliando as duas primeiras músicas do álbum novamente, enquanto How Ya doin? faz o papel de Wings como pop dançante, Red Planet consegue ter o mesmo clima sci fi de DNA, porém de forma mais pop e bem sucedida. A música tem uma batida mais pop rock, mas ao mesmo tempo não foge da identidade da banda. Eu, sinceramente, não sei quem é T-Boz, mas ele fez um bom trabalho como participação especial.
Parece que estamos avaliando as duas primeiras músicas do álbum novamente, enquanto How Ya doin? faz o papel de Wings como pop dançante, Red Planet consegue ter o mesmo clima sci fi de DNA, porém de forma mais pop e bem sucedida. A música tem uma batida mais pop rock, mas ao mesmo tempo não foge da identidade da banda. Eu, sinceramente, não sei quem é T-Boz, mas ele fez um bom trabalho como participação especial.
12 - Going Nowhere.
Essa conseguiu se destacar como minha faixa favorita do álbum. A letra é uma crítica a homens desocupados e o ritmo latino deixou tudo com um toque mais maduro. A faixa representa bem a imagem de "girl power" que elas tentam passar em todas as músicas e se destaca por ser a mais diferente do álbum. Os vocais estão fantásticos, nada de exagero em vibratos e um beatbox fantástico, seguido por um rap (particularmente, achei desnecessário, pois foge do tema latino, mas mesmo assim foi bom ver esse tipo de inovação).
Essa conseguiu se destacar como minha faixa favorita do álbum. A letra é uma crítica a homens desocupados e o ritmo latino deixou tudo com um toque mais maduro. A faixa representa bem a imagem de "girl power" que elas tentam passar em todas as músicas e se destaca por ser a mais diferente do álbum. Os vocais estão fantásticos, nada de exagero em vibratos e um beatbox fantástico, seguido por um rap (particularmente, achei desnecessário, pois foge do tema latino, mas mesmo assim foi bom ver esse tipo de inovação).
13 - Madhouse
A música segue a trilha de música agitadas que deveriam estar no começo do álbum (ou mais bem distribuídas). A ponte para o refrão é o ponto alto da música e o rap no final da música foi melhor colocado que o de Going Nowhere, além das risadas bizarras que deram o clima da música. É uma música boa, mas não é uma que se destaque das demais, é simplesmente uma música bem produzida cumprindo sua função.
A música segue a trilha de música agitadas que deveriam estar no começo do álbum (ou mais bem distribuídas). A ponte para o refrão é o ponto alto da música e o rap no final da música foi melhor colocado que o de Going Nowhere, além das risadas bizarras que deram o clima da música. É uma música boa, mas não é uma que se destaque das demais, é simplesmente uma música bem produzida cumprindo sua função.
14 - Love Drunk
O começo da música já te remete a um lado sexy totalmente inexplorado nesse álbum e, graças a Deus, é só o começo. A música muda completamente a cada verso, parecendo uma grande salada de ritmos. O ritmo de hip hop dos versos, em sua maioria, tem uma semelhança com Candy Shop do 50cent, mas não é algo negativo. O rap de Leight-Anne também está bem colocado. A faixa ao todo é confusa e, provavelmente, não é algo que você consiga escutar várias vezes.
O começo da música já te remete a um lado sexy totalmente inexplorado nesse álbum e, graças a Deus, é só o começo. A música muda completamente a cada verso, parecendo uma grande salada de ritmos. O ritmo de hip hop dos versos, em sua maioria, tem uma semelhança com Candy Shop do 50cent, mas não é algo negativo. O rap de Leight-Anne também está bem colocado. A faixa ao todo é confusa e, provavelmente, não é algo que você consiga escutar várias vezes.
15 - Make you Belive
Uma das faixas que poderia, facilmente, ser um single. A música pode até passar uma impressão primaria que ficaria bem em um álbum das Spice Girls, mas possui uma maturidade e uma pegada urbana que mostra que a identidade dessa música é exclusividade das garotas do Little Mix. Os vocais e as harmonias estão mais valorizados nessa faixa que em praticamente todas as outras do álbum.
Uma das faixas que poderia, facilmente, ser um single. A música pode até passar uma impressão primaria que ficaria bem em um álbum das Spice Girls, mas possui uma maturidade e uma pegada urbana que mostra que a identidade dessa música é exclusividade das garotas do Little Mix. Os vocais e as harmonias estão mais valorizados nessa faixa que em praticamente todas as outras do álbum.
16 - Case Closed
A última faixa original do álbum e, como já não tem balada suficiente, mais uma balada. Dessa vez, a balada vem acompanhada de um toque de hip hop que parece ser o estilo que fica melhor na voz delas. Talvez por ser a primeira balada bem posicionada do álbum, a música parece se destacar entre as outras, além do ritmo possibilitar um balançado de corpo divertido.
A última faixa original do álbum e, como já não tem balada suficiente, mais uma balada. Dessa vez, a balada vem acompanhada de um toque de hip hop que parece ser o estilo que fica melhor na voz delas. Talvez por ser a primeira balada bem posicionada do álbum, a música parece se destacar entre as outras, além do ritmo possibilitar um balançado de corpo divertido.
17 - DNA (Unplugged)
O ritmo fúnebre é bem mais presente que o sci fi nessa versão da música e o objetivo principal é atingido facilmente, mostrar o alcance vocal e a habilidade de canto das garotas. O mais incrível são os ad libs presentes no final da música e a harmonia no refrão. Provavelmente, esse é o grupo musical com melhores vocais brutos entre as girlbands e boybands dessa geração.
O ritmo fúnebre é bem mais presente que o sci fi nessa versão da música e o objetivo principal é atingido facilmente, mostrar o alcance vocal e a habilidade de canto das garotas. O mais incrível são os ad libs presentes no final da música e a harmonia no refrão. Provavelmente, esse é o grupo musical com melhores vocais brutos entre as girlbands e boybands dessa geração.
18 - We are young (acoustic)
Eu gostei da ideia de colocar um cover no álbum de um grupo que saiu do X factor. Embora eu tenha sentido falta de Cannonball, essa faixa é o que vai fazer com que os fãs se lembrem de onde elas vieram. O aproveitamento vocal é fantástico e, ouso dizer, que o vocal é mais agradável que a versão original. Destaque, novamente, para os ad libs e para os vocais crus, sem edição.
Eu gostei da ideia de colocar um cover no álbum de um grupo que saiu do X factor. Embora eu tenha sentido falta de Cannonball, essa faixa é o que vai fazer com que os fãs se lembrem de onde elas vieram. O aproveitamento vocal é fantástico e, ouso dizer, que o vocal é mais agradável que a versão original. Destaque, novamente, para os ad libs e para os vocais crus, sem edição.
Notas.
Arte da capa: 2
Qualidade musical: 3
Adequação ao estilo: 4
Qualidade vocal: 3.5
Ordem das faixas: 1
Originalidade: 3
Arte da capa: 2
Qualidade musical: 3
Adequação ao estilo: 4
Qualidade vocal: 3.5
Ordem das faixas: 1
Originalidade: 3
Nota final: 2.75